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Após criticar Mendonça, Gilmar diz que divergências não indicam ‘desunião’ do STF

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou que haja “desunião” na Corte em relação ao caso do Banco Master. A fala foi feita nesta terça-feira, 30 – uma semana depois de ele criticar o relator do Master, André Mendonça, no programa “Roda Viva”.

“Eventuais divergências quanto ao mérito de determinada medida processual não são sinônimos de desunião da Corte em relação à importância do caso e à observância dos direitos fundamentais das pessoas investigadas”, declarou Gilmar, ao fazer balanço das atividades da Segunda Turma.

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Na semana passada, Gilmar disse que há uma “impropriedade” e um “erro crasso” no relato feito por Mendonça de que foi procurado por um advogado de Daniel Vorcaro com uma proposta de “delação seletiva” no caso que investiga o Banco Master.

O ministro disse ainda que “gostaria de reiterar a confiança” que têm na atuação de Mendonça e na Segunda Turma. “Visões divergentes constituem oportunidades únicas para realização de um julgamento mais completo possível. Elas enriquecem a atividade judicante, ao invés de diminuir”, afirmou.

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