Impostos na conta de luz!!!

Olhem só quanto imposto incide numa conta de luz (no Estado de São Paulo):
– Numa conta de luz no valor de R$ 82,60. Vamos calcular as incidências sobre o produto, independente das discussões se é de cima para baixo, de baixo para cima, por dentro, por fora e outras conversas fiadas.

a) Valor do energia: R$ 51,92 = Para nós, consumidores
b) ICMS (do Serra) R$ 19,06 = 36,7% do preço da energia
c) PIS/COFINS: R$ 5,26 = 10,1% (para o Lula)
d) CID PMSP : R$ 3,50 = 6,74% (para o Kassab)

 

Saiba que bancos têm as tarifas mais altas e as mais baixas

Na outra ponta, quem ergue a taça de campeã das tarifas baixas é a Caixa Econômica Federal, com 10 tarifas mais baratas que seus concorrentes. No segundo lugar, com seis tarifas mais em conta, aparece o Banco do Brasil, seguido de perto pelo Bradesco e Itaú, que dividem a terceira posição, com cinco tarifas mais baratas cada um.

Algumas vezes, os bancos cobram a mesma tarifa para o mesmo serviço, o que desencadeia o empate.

Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Santander não aparecem nenhuma vez com a tarifa mais alta. Citibank, HSBC, Safra e Unibanco, por sua vez, não disputam nenhuma posição nas tarifas mais baixas.

Para um mesmo serviço, os bancos podem cobrar R$ 120 ou… nada. É o caso da tarifa cobrada no cadastro para início de relacionamento. O Unibanco, que só aparece uma vez com a tarifa mais alta, o faz com tremenda categoria.

Ganha o prêmio de tarifa mais cara entre todas as instituições pesquisadas, ao cobrar R$ 120 para fazer o cadastro inicial do cliente.

Na outra ponta, quem optar pelo Bradesco ou pelo Banco do Brasil não vai desembolsar nenhum centavo para fazer este cadastro, já que os dois bancos não cobram por esse serviço.

Com isso, nem sequer é possível medir a diferença porcentual entre essa cobrança, já que não existe divisão por zero, como nos lembra o matemático financeiro José Vieira Dutra Sobrinho.

O abismo entre as cobranças é medido quando comparamos a taxa de R$ 20 cobrada para cadastro pela Nossa Caixa, que aponta uma diferença de 500% entre a tarifa do Unibanco e a tarifa da Nossa Caixa.

De graça
No levantamento, é possível observar que muitos bancos não cobram pelos serviços. Nesse quesito, a medalha de ouro vai para o Banco do Brasil.

Além de não cobrar a tarifa de cadastro para início de relacionamento, tem também tarifa zero para cheque administrativo, transferência agendada de DOC/TED na boca do caixa ou pela Internet e cheque visado.

O segundo lugar no pódio vai para o Bradesco, com quatro isenções. O banco não cobra pelo cadastro inicial, nem pelo cheque de transferência bancária, nem pelo cheque visado, nem pela ordem de pagamento.

A Caixa Econômica Federal vem em seguida, com três serviços gratuitos: depósito identificado, cheque visado e pela transferência agendada via DOC/TED solicitada no caixa. O cliente agradece.

Diferenças gritantes
Vejamos outros exemplos de diferenças exageradas entre as tarifas. Enquanto o banco Safra cobra R$ 33 para emitir uma ordem de pagamento, o Bradesco não cobra nada. O Safra cobra os mesmos R$ 33 para emitir um cheque administrativo; o Banco do Brasil faz o mesmo serviço de graça.

Cinco bancos têm tarifa zero para o serviço de cheque visado, mas o HSBC cobra R$ 30 por isso. O mesmo HSBC cobra R$ 5 para identificar o depositante, enquanto o Banco Real e a Caixa Econômica Federal o fazem gratuitamente.

O Citibank mostra que não quer saber de inadimplentes com sua taxa de R$ 52 para exclusão do Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundo; tarifa 112% maior do que a do Itaú, que cobra R$ 24,50 pelo mesmo serviço.

A Nossa Caixa cobra R$ 16,00 do cliente que pede uma transferência agendada via DOC/TED. Já os clientes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal não pagam nada. A maioria dos bancos cobra entre R$ 8,70 (Safra) e R$ 7,80 (Itaú) para agendar a transação pela Internet. Para o cliente do Banco do Brasil, fica de graça.

Quem precisa de extrato mensal de conta no Safra paga R$ 10,00. O cliente do Itaú fica menos desfalcado: paga R$ 1,30. Uma diferença de 669%.

Como comparar
A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) tem um sistema que mostra as tarifas de cada banco, os preços dos pacotes padronizados pelo Banco Central e faz a comparação entre as tarifas dos bancos. O sistema se chama Star (Sistema de Divulgação de Tarifas de Serviços Financeiros da Febraban) e é alimentado com informações fornecidas pelos próprios bancos.

Por Sophia Camargo – UOL

Potencial aquisição não abala otimismo do investidor com ação da Vale, diz enquete

A Vale (VALE3, VALE5) bem que tentou dar um fim nas especulações a respeito de uma possível aquisição. Na semana passada, publicou comunicado negando o rumor de que estaria em negociações para a compra de uma empresa. Não funcionou.

Uma série de novos rumores foi ventilada no mercado, ignorando a manifestação da maior produtora de minério de ferro do mundo. Ao mesmo tempo, as ações têm enfrentado dificuldades na Bovespa. Uma mudança agressiva no grau de endividamento da empresa e a evolução do mercado de commodities preocupam os acionistas.

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Juros…

Na mídia, diariamente, surgem “consultores” não tão independentes pregando o aumento de juros como remédio para todos os males. Façamos algumas contas:
Em 2007 o Brasil pagou cerca de 160 bilhões de reais de juros. Isto resulta em R$ 438, 3 milhões por dia, ou seja, R$ 18, 250 milhões por hora, ou R$ 304.166,7 por minuto ou, ainda, R$ 5.059 por segundo (quase um ano de salário mínimo de um trabalhador!).
Vejam o que escreveu o jornalista Sebastião Neris (Tribuna da Imprensa-R Janeiro):

“Segundo o sério ministro Patrus Ananias, no mês passado, maio, o custo total do Bolsa Família foi de 804 milhões de reais. Logo, um mês do Bolsa Família custa apenas um dia e meio do que o País paga de juros.”

E falam mal do “bolsa família”. O povo não tem consultores disponíveis para atender à pauta da mídia…

Quem Faz

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Fernando Rodrigues

Fernando_close_pAdministrador de Empresas, formado em Finanças, com Pós Graduação em Controladoria e Finanças, atualmente dividindo seu tempo como empresário na área de tecnologia e o mercado financeiro.

Na área de tecnologia, possui www.mobileshop.com.br e a www.fersoft.com.br/loja especializadas em Comércio Virtual. Dá consultoria em mobilidade através das plataformas Windows Mobile, iPhone e Android. Tem um provedor de hospedagem e email na internet, o www.fersoft.net, desenvolve sites e portais como o www.mercadoetico.com.br. Em Computação Gráfica 3D tem trabalhos realizados com sucesso para o Governo de São Paulo e inúmeras empresas nacionais e multinacionais.

 

Na área de Finanças, atua como consultor financeiro e home broker especializando-se em análise técnica.

Sobre o Fazendo Contas

Para os Amantes das Finanças.


Aqui trataremos do assunto dinheiro, com informações, dicas e fatos relevantes.

Comum mercado cada vez mais dinâmico e especulativo, precisamos ficar antenados com as mudanças e como nossa     pequena poupança está aplicada.

Esperamos poder trocar conhecimento e informações.

Site idealizado pelo Professor de Finanças e Contabilidade Habibe, nas aulas, ele sempre falava na idéias de montar um site sobres assuntos do dia-a-dia e gerais sobre o assunto.

Está aqui! É o 1º passo de um longo caminho.

O site tem notícias e artigos sobre finanças e bolsa de valores, cotações online de ações, conversores, tabelas, vídeos, uma área dedicada ao Warren Buffet, um glossário e será cada vez aperfeiçoado para ajudar a você não só manter, mas a multiplicar seu capital.

Contamos também a colaboração de amigos e pessoas de grande importância ligados ao Mercado Financeiro.

Sucesso!

Obs.: As informações e conteúdos deste site originam-se de fontes confiáveis, porém o site fazendocontas.com.br não garante e nem se responsabiliza pela sua precisão, integridade e confiabilidade, e seu uso para qualquer propósito específico, assim como por lucros cessantes, reclamações de terceiros e danos diretos indiretos causados por usos das mesmas.

Papéis ligados a alimentos e agronegócios podem render até 42% neste ano

Demanda mundial por commodities agrícolas traz possibilidades de ganhos para o investidor na bolsa.

A inflação dos alimentos aterroriza o mundo nos últimos tempos, e com razão. A maior demanda dos países emergentes e as restrições dos países desenvolvidos fizeram disparar os preços. Nos últimos dois anos, os grãos e commodities agrícolas ficaram 190% mais caros, de acordo com o Commodity Research Bureau, instituto de pesquisas americano que acompanha o setor. A única saída sustentável, no longo prazo, é ampliar a produção – e isso é uma boa notícia para o Brasil, um dos poucos países que ainda contam com grandes extensões de terras cultiváveis. Também pode ser uma boa oportunidade de ganhos para os investidores. De acordo com as corretoras, as ações de empresas ligadas a alimentos e agronegócios podem se valorizar até 42% neste ano na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
 

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